Na apresentação de suas propostas de campanha entregues à Justiça Eleitoral, a professora Sueli Caribé diz se tratar de um documento preliminar, o qual será utilizado como referência nos debates e nas reuniões com a população e com entidades representativas.
Como os planos dos outros candidatos, a pressa em produzir pode ter sido o motivo de algumas incorreções e inconsistências com relação à situação atual do município, parecendo informações pinçadas de fontes sem a devida atualização, como a mandioca colocada como terceira cultura mais importante, a não citação da cultura do maracujá e da expansão da pecuária leiteira, informações inexistentes e errôneas sobre os integrantes das legislaturas da Câmara Municipal, e até um modelo de agenda “em branco”.
Embora possa não representar o formato definitivo daquilo que efetivamente será posto em prática num eventual governo de qualquer dos três postulantes ao cargo de prefeito do município de Itabela, a leitura completa dos planos, propostas, ou qualquer outro nome que queiram dar, é de fundamental importância para que se conheça, ainda que em linhas gerais, o que pensam e pretendem os candidatos, esperando que no decorrer do período da propaganda eleitoral gratuita, possam convencer o eleitorado de que suas propostas são as mais adequadas para o município, e que as instituições da sociedade civil organizada possam promover debates, ouvir os candidatos, como forma de contribuir para o aprimoramento do processo democrático.
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